Tecnologias da casa do futuro se tornam itens básicos de prédios

Apartamentos para classe média oferecem pacote básico de automação.
Sistemas automatizados estão 50% mais baratos que há cinco anos.

Laura Brentano Do G1, em São Paulo

Além da garagem para dois carros, churrasqueira e salão de festas, a automação residencial começa a fazer parte dos requisitos básicos dos apartamentos no Brasil. Com os preços das tecnologias caindo pela metade, a casa do futuro está mais perto da classe média brasileira.

Prédio OneBrooklin possui automação residencial (Foto: Laura Brentano/G1)Prédios já trazem controle remoto que permite controlar até 12 equipamentos (Foto: Laura Brentano/G1)

A automação permite que o cliente, antes de chegar em casa, ligue o ar-condicionado, a TV, regule a iluminação do ambiente e abra as cortinas apenas clicando em uma tecla do celular conectado à internet. O cliente também pode controlar esses equipamentos a partir de um único controle remoto ou de uma tela sensível ao toque instalada na parede de casa.

Prédio OneBrooklin possui automação residencial tecnologia casa do futuro (Foto: Laura Brentano/G1)Tela sensível ao toque na parede do apartamento é
opcional no ‘OneBrooklin’ (Foto: Laura Brentano/G1)

Empreendimentos para a classe média já oferecem um pacote básico de automação que permite controlar até 12 equipamentos eletrônicos. É o caso do “One Brooklin”, em São Paulo. O apartamento mais barato, de 64 metros quadrados, é vendido por R$ 460 mil.  A previsão é que o prédio fique pronto em dezembro de 2013.

“Não posso dizer que foi um fator crucial, mas com certeza ajudou muito na minha decisão”, conta Marcus Villalobos Mendes, de 26 anos, que comprou um apartamento de 85 metros no One Brooklin. Mendes faz parte do grupo de jovens ligados em tecnologia que estão buscando apartamentos com essas facilidades. Além de ser fã dos produtos da Apple – ele tem um iPad, um iPhone e um MacBook – Mendes trabalha na área tecnológica.

“Acredito que o público mais velho também passará a adotar porque a automação visa simplificar e automatizar os hábitos das pessoas. Além disso, a tecnologia está muito mais intuitiva”, diz Roberto Oliveira, diretor da Fast Life, nova operação de automação da Fast Shop e responsável pelo sistema do One Brooklin.

Prédio OneBrooklin possui automação residencial tecnologia casa do futuro (Foto: Laura Brentano/G1)No lugar da chave, apartamento ‘do futuro’
traz leitor digital (Foto: Laura Brentano/G1)

A facilidade de navegação é um dos motivos que Oliveira acredita ter popularizado a automação. “Além do preço, soluções complexas eram uma das barreiras que impediam os varejistas de entrar no negócio. Ouvimos histórias de clientes que gastaram R$ 100 mil e não conseguiram usar a tecnologia”, explica.

Tecnologia mais barata
Segundo a Associação Brasileira de Automação Residencial (Aureside), os preços de sistemas automatizados caíram pela metade nos últimos 5 anos e o número de projetos cresceu de 35% a 40% ao ano. “Na Aureside, registramos o dobro de fabricantes associadas em dois anos, o que mostra uma maior variedade de tecnologias no mercado”, conta José Roberto Muratori, engenheiro da Aureside. “As pessoas vivem em um universo tecnológico e já faz sentido para elas investir na automação”. Como exemplo, Muratori diz que um cliente gasta mais com um armário embutido do que com as soluções automatizadas.

Cada vez mais, o mercado vai exigir que os prédios venham
com automação”
Roberto Oliveira, diretor da Fast Life

Essas soluções começaram a aparecer como parte dos apartamentos há apenas um ano. “Entramos nessa área em 2009. Na ocasião, entregávamos apartamentos adaptados, caso o cliente optasse em colocar o sistema”, diz Sandra Germanos, gerente da incorporadora Stan, responsável pelo One Brooklin. No entanto, ela conta que a receptividade foi tão boa que a empresa decidiu oferecer algumas soluções no kit básico dos apartamentos.

“Não acho bom entregar um apartamento cheio de automação. Como a tecnologia precisa ser personalizada, a melhor opção é oferecer uma degustação ao consumidor. Assim, ele complementa aquele sistema com outras opções ao seu gosto”, explica Muratori.

“A automação ainda é um diferencial, mas começará a ser uma oferta necessária. Cada vez mais o mercado vai exigir que os prédios já venham com a tecnologia”, diz Oliveira. “Hoje, as construtoras não entregam mais edifícios sem o sistema de câmeras de segurança. E isso é um exemplo bem próximo da automação. Se já abrimos o vidro do carro eletronicamente, porque não vamos fazer isso no nosso apartamento?”, questiona Muratori.

fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/04/tecnologias-da-casa-do-futuro-se-tornam-itens-basicos-de-predios.html

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Sistemar Inicia Projeto Tecwiki

Neste dia 22/03 a Sistemar em sua Sala de Treinamentos, apresentou a seus colaboradores a Tecwiki, que será para uso interno e tem como função documentar todos os procedimentos técnicos de manutenção, ela funciona como a “Wikipedia” usada na internet, mas por enquanto de uso interno para agilizar ainda mais o processo  de atendimento e resolução de chamados técnicos, hoje a Sistemar atende mais de 400 chamados mês, em 70 cidades da região norte do Paraná.

Abaixo tela principal :

  

Casa Plugada – Arquitetura e Automação Residencial

Nada de futurismo. São desejos bem atuais que levam cada vez mais pessoas a aderir à automação: lazer, segurança e escritório em casa. A tecnologia torna-se mais um aliado da arquitetura em prol do conforto

Reportagem: Marianne Wenzel e
Aderbal Lopes (colaborador)
Infográfico: Visualize

Em casa, tenho 16 pontos que podem ser configurados para TV, telefone ou computador. Essa flexibilidade é muito prática. Afinal, o uso dos ambientes muda com o tempo.” – Paulo Nucci, engenheiro de São Paulo

Casal jovem, com filhos, de intensa vida profissional e social que viaja freqüentemente. Gente antenada, com esse perfil, está mudando as moradias brasileiras. “Não é questão de ter um alarme, uma central telefônica. A automação vai além ao integrar diversos sistemas numa proposta que contemple o modo de vida de uma família”, fala o arquiteto Mauro Munhoz, de São Paulo. Como? Programados e integrados, sensores, câmeras, lâmpadas e TVs poupam trabalho e dão conforto. Porém, essa revolução ainda é silenciosa: não só faltam números sobre isso como os usuários preferem não se expor.

De qualquer forma, pode-se dizer que um projeto de automação terá em breve o mesmo status dos estudos de elétrica, hidráulica e estrutura – ou seja, será fundamental. Mesmo que o cliente não pense em comprar equipamentos de ponta tão logo a construção fique pronta, o investimento na infra-estrutura* compensa: segundo especialistas, aumenta o custo da obra em cerca de 5%, mas incrementa o valor do imóvel e evita quebra-quebra para instalar os sistemas no futuro.

Quem projeta
Um novo profissional, chamado integrador, responde por essa etapa da construção. “Com base no que a família deseja, ele define, com o arquiteto, o layout e a infra-estrutura necessária para comportar a fiação”, explica o engenheiro paulista José Roberto Muratori, presidente da Associação Brasileira de Automação Residencial (Aureside). É uma espécie de consultor, que indica as opções mais adequadas para as situações propostas e programa os sistemas para que trabalhem juntos. Um exemplo? Se você quiser ver a imagem de suas câmeras de segurança no telão do home theater, o integrador cuida da programação. “Não dispenso esse profissional, porque já existem muitos produtos no mercado. Dá para gastar tanto R$ 5 mil quanto R$ 30 mil. Sozinho, o consumidor se perde”, afirma a arquiteta Betty Birger, de São Paulo. “Por esse mesmo motivo, desaconselho procurar diretamente os fabricantes”, opina o arquiteto paulista Marcio Porto.

Tecnologia para poucos?
O preço ainda é uma barreira. “Os equipamentos custam caro. Melhor providenciar a infra-estrutura e adquiri-los em etapas”, aconselha o arquiteto Danni Filkelstein, de Porto Alegre. “Por outro lado, já há apartamentos novos de 90 m2 com sistemas automatizados”, pondera Muratori.

Quem não pode gastar muito opta por aparelhos para automatizar pequenas áreas, mais econômicos. “É o caso dos programadores de cenas de iluminação, dos controles universais para o home theater e dos irrigadores de jardim, cujo funcionamento depende da temperatura ou da umidade do solo”, exemplifica a arquiteta Alessandra Pires, de São Paulo.

Para o arquiteto Guto Requena, do Núcleo de Estudos sobre Habitação e Modos de Vida da Universidade de São Paulo (Nomads), falta aplicar as possibilidades da tecnologia na arquitetura para tornar os espaços mais flexíveis. “Ainda há poucos arquitetos envolvidos nessa questão. O resultado são sistemas avançadíssimos implantados em casas convencionais”, analisa.

* Infra-estrutura básica
Engloba os conduítes, as tomadas, uma central telefônica, um switch (painel para fios de TV e de computador), uma central de conectividade (que liga os cabos telefônicos, de TV e de internet às tomadas) e uma central de automação elétrica. http://www.aureside.org.br/imprensa/default.asp?file=20.asp

O gerente de TI contemporâneo

As empresas que estão acompanhando a evolução e percebendo a necessidade de investir em tecnologias estão cada vez mais dependentes dos equipamentos, redes e toda gama de softwares que fazem com que a empresa se organize e funcione adequadamente. Junto com tudo isso, veio uma nova profissão, excencial para o bom andamento do negócio. O Gerente de TI. Na verdade, esta profissão já existe há décadas, mas hoje, mais do nunca, ela se tornou primordial. Um Gerente de TI contemporâneo não é mais o “pau pra toda obra da informática”. Há pouco tempo atrás, quando um computador  “dava pau” quem fazia o conserto era o próprio gerente, ou sua equipe interna, quando a rede não se comportava devidamente, era o Gerente de TI que ficava horas e horas procurando o problema e tentando resolver, enquanto isso, outros problemas iam ocorrendo e, logo logo, ele sentia que só estava apagando incêndios, não conseguia sair daquele emaranhado de problemas no dia-a-dia, ao mesmo tempo, era cobrado pelos seus superiores questionando tantos equipamentos com defeitos todos os dias. Nesse ambiente, acabava-se investindo em equipamentos novos, achando que era a solução do problema, muitas vezes investindo em equipamentos novos errados.

O papel atual do Gerente de TI é monitorar, entender e tomar decisões baseado em dados para resolver os problemas da informática.

O Gerente de TI precisa não só entender do setor dele, mas precisa entender de administração, pois com esse conhecimento ele pode traçar uma estratégia de aquisição ou troca de equipamentos além de utilizar o ROI (Retorno do Investimento) e TCO (Custo Total da Propriedade). Outra área importante que um gerente de ti precisa conhecer é de propaganda e marketing, conseguindo assim expor melhor sua idéia, mostrando as vantagens que as mudanças irão trazer para toda a equipe.

A área de gerenciamento de TI necessita metas, que somente podem ser traçadas com ferramentas. Uma das ferramentas principais para um bom controle da área de TI é o controle de chamados. Com essa ferramenta é possível identificar quais áreas precisam de treinamento, quais os problemas mais comuns, quantidade de chamados durante determinado período, quais as principais dificuldades dos usuários, como eles se adaptaram a alguma mudança, entre diversos outros dados relevantes. Outra ferramenta muito útil é o CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente), que quando utilizado na área de TI pode ser uma importante ajuda na melhoria do atendimento. Para um bom gerenciamento do setor de TI é sempre bom estar em dia com as novidades no mercado TI.

Detectando onde estão os possíveis problemas através das ferramentas, O Gerente de TI pode ministrar pequenos treinamentos, indo direto no problema e matando o mal pela raíz.

Mas e a rede, equipamentos e softwares, quem vai dar manutenção?

Aí que entra outra solução moderna para os antigos problemas. A Terceirização. E o Gerente de TI tem um papel principal neste caso, pois é ele que administra, monitora, cobra metas e sabe se os serviçoes estão sendo bem ou mal executados.

Sistemar disponibiliza serviço de monitoramento de servidores

A Sistemar Tecnologias está implementando um novo produto aos clientes de contrato é um programa open source de monitoramento de redes que verifica constantemente a disponibilidade do serviço, local ou remoto e avisa por meio de email ou celular sobre o problema ocorrido.

É possível obter relatórios de disponibilidade e configurar ações corretivas para os problemas ocorridos na rede. O Nagios tem uma interface que permite monitoramento via WAP e Browser (Netscape, Mozilla, Galeon…), possui configuração de alertas, o que permite tomar ações corretivas para um erro eminente.

Segundo o responsável pela implementação do sistema Vagner de Souza Santos “o que será monitorado depende muito de cada cliente, mas de maneira geral acompanharemos serviços como squid, packet filter, RAID, temperatura de disco e CPU. O benefício maior será a rapidez na detecção de erros e falhas tanto de software quanto de hardware, sem contar na transparência que passa,  pois disponibilizamos o serviços de monitoramento através de um televisor, ou seja, qualquer equipamento que tiver problema já será detectado antes mesmo dos usuários sentirem os efeitos”.

Para maiores informações ligue para 44-3026-7597 e fale com nosso departamento técnico.

O que é Bacula

A Sistemar Tecnologias está implementando um novo sistema de Backup para redes, o Bacula.

O que é o Bacula? 

É um conjunto de programas que permite você (ou o administrador de sistema) administrar backup, restauração e verificação dos dados de computadores em uma rede de sistemas mistos.

Em termos técnicos, o Bacula é um Programa de Backup em rede, conforme mostra o diagrama a seguir:

Principais características:

– Estrutura cliente/servidor

– Estrutura modular independente (director, client, database, administration console).

– GPL – economia de custos com licenças, conhecimento e possibilidade de customização da ferramenta.

– Inúmeros canais de suportes pela comunidade (mailing lists, forums, IRC channel, etc.)

– Farta documentação disponível na Internet.

– Portabilidade (possui módulos para diferentes sistemas operacionais – Windows, Linux, MAC, etc. – são compatíveis)

– Infinidade de recursos para a customização de backups.

– Funcionalidade que permite a execução de scripts (ou executáveis) antes/depois do início de jobs (backup/restore), tanto no cliente quanto servidor Bacula.

– Operação via linha de comando ou GUI (inclusive, com diferentes interfaces web desenvolvidas pelas comunidades. Destaques: webacula e o bacula-web – ferramentas de visibilidade gerencial, com gráficos, etc., sendo que a primeira ainda possibilita operações de backup, restore…)

– Suporte a maioria dos dispositivos de storage do mercado (inclusive mídias ópticas).

– Funcionalidade para o envio de mensagens de log dos trabalhos de backup/restore ou ainda instruções para o operador de backup (diferentes perfis).

– 100% compatível com o esquema GFS, ou seja,  criar 3 conjuntos de backup, sendo um diário, um semanal e outro mensal

– Única ferramenta de backup multi-banco-de-dados.

– Pelo fato de ser livre, permite o desenvolvimento de uma série de “addons”, por terceiros inclusive, potencializando os recursos da ferramenta. Inclusive, já existe plugin para o Nagios (monitoração).

O Bacula pode, perfeitamente, substituir as ferramentas proprietárias mais comuns (como, por exemplo, o ArcServe da Computer Associates e o TCM, da IBM).


Como funcionam os módulos do Bacula:

Director Daemon

Este serviço é responsavel pela administração de todos os processos de backup, restaure, verificação e arquivamento. O Administrador de Sistema usa o Director Daemon para efetuar agendamentos de backup e para recuperar arquivos.

Console Manager

 Este programa ajuda o administrador ou o usuário a se comunicar com o Director Daemon, pode ser executado em qualquer computador da rede e em sistemas operacionais diferentes, atualmente existem 3 versões do Console Manager: em texto puro (TTy), em interface gráfica usando bibliotecas do Gnome e uma usando bibliotecas wxWidgets (tanto em formato Unix quanto em Windows).

File Daemon

Este serviço (ou programa cliente) é o software que é instalado na máquina que vai ser protegida pelo backup, ou seja, ele vai ser responsável por enviar os arquivos solicitados pelo Director Daemon pela rede. Ele também é responsavel em administrar a gravação dos arquivos de restauração comandados pelo Director Daemon. Existem versões do File Daemon para diferentes sistemas operacionais: Linux, *BSD, Unix, Windows (9x,NT,2000,XP,2003)e Macintosh(OSX).

Storage Daemon

Este serviço consiste em administrar a gravação e restauração dos dados e atributos dos backups fisicamente em midias apropriadas, essas podem ser volume de dados gravados diretamente no disco rigido ou alguma mídia removivel (Fita DAT, DVD, CD, etc…)

Catalog

O serviço de catalogo é o programa responsável por manter uma indexação de todos os arquivos que são armazenados no backup e gerar uma base de dados dos volumes gerenciados pelo Director Daemon. O Catalog agiliza a busca de um arquivo no backup na hora que o administrador de sistema necessita efetuar uma restauração, como ele mantém uma base de indexação dos arquivos gravados, a busca por um arquivo no meio dos volumes é mais rápida.

Referências:  http://www.luizgustavo.pro.br/blog/2009/09/30/bacula-breve-introducao/

http://www.bacula.com.br/?p=60

Exemplo de uma casa automatizada

(www.universia.com.br/html/materia/materia_egij.html)
O despertador toca às 7h. O sistema integrado liga a cafeteira. Faço um pouco de hora para levantar, mas às 7h05 começa a tocar uma música agitada no alto-falante do quarto. Levanto e olho pela varanda: a grama e as flores ainda estão molhadas, programei o sistema para irrigar o jardim às 6h. A piscina está limpa e com a água transparente, e sei que a filtragem e o controle de PH também funcionam bem. Tomo meu café e saio. Já no caminho penso se liguei a segurança da casa. Pelo celular, ligo pra casa, digito minha senha, consulto informações e ligo o alarme. Durante o dia espio pela internet como está a casa, vejo meu cachorro no quintal, bem alimentado pelo sistema automático.

Cansado, voltando do trabalho, tudo que quero é relaxar. No meio do engarrafamento teclo o número de casa e programo a banheira de hidromassagem para a temperatura de 42o C. Quando meu carro se aproxima de casa, o chip localizado no veículo o identifica. Coloco o polegar no identificador de digitais, ao lado do portão, e ele abre. Os sensores de alarme são desligados. As luzes até a entrada da casa acendem. Entro, o portão fecha. Entro em casa e começa a tocar o CD que gosto de ouvir quando chego. Coloco uma lasanha congelada no forno mas não ligo o aparelho. Vou até a banheira: está cheia, a água perfeita. Mais tarde, ainda da banheira, pego o controle remoto que comanda a casa e ligo o micro-ondas.

Curto mais alguns minutos de relaxamento. Saio do banho, me visto e a lasanha está pronta. Janto e vou deitar assistindo a um filme novo, baixado da internet pela casa, que sabe muito bem o tipo de história que gosto.

João Mauricio Rosário, professor da Faculdade de Engenharia Mecânica da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) e coordenador do Laboratório de Automação Integrada e Robótica do Departamento de Projeto Mecânico da instituição – www.universia.com.br/html/materia/materia_egij.html