O gerente de TI contemporâneo

As empresas que estão acompanhando a evolução e percebendo a necessidade de investir em tecnologias estão cada vez mais dependentes dos equipamentos, redes e toda gama de softwares que fazem com que a empresa se organize e funcione adequadamente. Junto com tudo isso, veio uma nova profissão, excencial para o bom andamento do negócio. O Gerente de TI. Na verdade, esta profissão já existe há décadas, mas hoje, mais do nunca, ela se tornou primordial. Um Gerente de TI contemporâneo não é mais o “pau pra toda obra da informática”. Há pouco tempo atrás, quando um computador  “dava pau” quem fazia o conserto era o próprio gerente, ou sua equipe interna, quando a rede não se comportava devidamente, era o Gerente de TI que ficava horas e horas procurando o problema e tentando resolver, enquanto isso, outros problemas iam ocorrendo e, logo logo, ele sentia que só estava apagando incêndios, não conseguia sair daquele emaranhado de problemas no dia-a-dia, ao mesmo tempo, era cobrado pelos seus superiores questionando tantos equipamentos com defeitos todos os dias. Nesse ambiente, acabava-se investindo em equipamentos novos, achando que era a solução do problema, muitas vezes investindo em equipamentos novos errados.

O papel atual do Gerente de TI é monitorar, entender e tomar decisões baseado em dados para resolver os problemas da informática.

O Gerente de TI precisa não só entender do setor dele, mas precisa entender de administração, pois com esse conhecimento ele pode traçar uma estratégia de aquisição ou troca de equipamentos além de utilizar o ROI (Retorno do Investimento) e TCO (Custo Total da Propriedade). Outra área importante que um gerente de ti precisa conhecer é de propaganda e marketing, conseguindo assim expor melhor sua idéia, mostrando as vantagens que as mudanças irão trazer para toda a equipe.

A área de gerenciamento de TI necessita metas, que somente podem ser traçadas com ferramentas. Uma das ferramentas principais para um bom controle da área de TI é o controle de chamados. Com essa ferramenta é possível identificar quais áreas precisam de treinamento, quais os problemas mais comuns, quantidade de chamados durante determinado período, quais as principais dificuldades dos usuários, como eles se adaptaram a alguma mudança, entre diversos outros dados relevantes. Outra ferramenta muito útil é o CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente), que quando utilizado na área de TI pode ser uma importante ajuda na melhoria do atendimento. Para um bom gerenciamento do setor de TI é sempre bom estar em dia com as novidades no mercado TI.

Detectando onde estão os possíveis problemas através das ferramentas, O Gerente de TI pode ministrar pequenos treinamentos, indo direto no problema e matando o mal pela raíz.

Mas e a rede, equipamentos e softwares, quem vai dar manutenção?

Aí que entra outra solução moderna para os antigos problemas. A Terceirização. E o Gerente de TI tem um papel principal neste caso, pois é ele que administra, monitora, cobra metas e sabe se os serviçoes estão sendo bem ou mal executados.

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Sistemar disponibiliza serviço de monitoramento de servidores

A Sistemar Tecnologias está implementando um novo produto aos clientes de contrato é um programa open source de monitoramento de redes que verifica constantemente a disponibilidade do serviço, local ou remoto e avisa por meio de email ou celular sobre o problema ocorrido.

É possível obter relatórios de disponibilidade e configurar ações corretivas para os problemas ocorridos na rede. O Nagios tem uma interface que permite monitoramento via WAP e Browser (Netscape, Mozilla, Galeon…), possui configuração de alertas, o que permite tomar ações corretivas para um erro eminente.

Segundo o responsável pela implementação do sistema Vagner de Souza Santos “o que será monitorado depende muito de cada cliente, mas de maneira geral acompanharemos serviços como squid, packet filter, RAID, temperatura de disco e CPU. O benefício maior será a rapidez na detecção de erros e falhas tanto de software quanto de hardware, sem contar na transparência que passa,  pois disponibilizamos o serviços de monitoramento através de um televisor, ou seja, qualquer equipamento que tiver problema já será detectado antes mesmo dos usuários sentirem os efeitos”.

Para maiores informações ligue para 44-3026-7597 e fale com nosso departamento técnico.

O que é Bacula

A Sistemar Tecnologias está implementando um novo sistema de Backup para redes, o Bacula.

O que é o Bacula? 

É um conjunto de programas que permite você (ou o administrador de sistema) administrar backup, restauração e verificação dos dados de computadores em uma rede de sistemas mistos.

Em termos técnicos, o Bacula é um Programa de Backup em rede, conforme mostra o diagrama a seguir:

Principais características:

– Estrutura cliente/servidor

– Estrutura modular independente (director, client, database, administration console).

– GPL – economia de custos com licenças, conhecimento e possibilidade de customização da ferramenta.

– Inúmeros canais de suportes pela comunidade (mailing lists, forums, IRC channel, etc.)

– Farta documentação disponível na Internet.

– Portabilidade (possui módulos para diferentes sistemas operacionais – Windows, Linux, MAC, etc. – são compatíveis)

– Infinidade de recursos para a customização de backups.

– Funcionalidade que permite a execução de scripts (ou executáveis) antes/depois do início de jobs (backup/restore), tanto no cliente quanto servidor Bacula.

– Operação via linha de comando ou GUI (inclusive, com diferentes interfaces web desenvolvidas pelas comunidades. Destaques: webacula e o bacula-web – ferramentas de visibilidade gerencial, com gráficos, etc., sendo que a primeira ainda possibilita operações de backup, restore…)

– Suporte a maioria dos dispositivos de storage do mercado (inclusive mídias ópticas).

– Funcionalidade para o envio de mensagens de log dos trabalhos de backup/restore ou ainda instruções para o operador de backup (diferentes perfis).

– 100% compatível com o esquema GFS, ou seja,  criar 3 conjuntos de backup, sendo um diário, um semanal e outro mensal

– Única ferramenta de backup multi-banco-de-dados.

– Pelo fato de ser livre, permite o desenvolvimento de uma série de “addons”, por terceiros inclusive, potencializando os recursos da ferramenta. Inclusive, já existe plugin para o Nagios (monitoração).

O Bacula pode, perfeitamente, substituir as ferramentas proprietárias mais comuns (como, por exemplo, o ArcServe da Computer Associates e o TCM, da IBM).


Como funcionam os módulos do Bacula:

Director Daemon

Este serviço é responsavel pela administração de todos os processos de backup, restaure, verificação e arquivamento. O Administrador de Sistema usa o Director Daemon para efetuar agendamentos de backup e para recuperar arquivos.

Console Manager

 Este programa ajuda o administrador ou o usuário a se comunicar com o Director Daemon, pode ser executado em qualquer computador da rede e em sistemas operacionais diferentes, atualmente existem 3 versões do Console Manager: em texto puro (TTy), em interface gráfica usando bibliotecas do Gnome e uma usando bibliotecas wxWidgets (tanto em formato Unix quanto em Windows).

File Daemon

Este serviço (ou programa cliente) é o software que é instalado na máquina que vai ser protegida pelo backup, ou seja, ele vai ser responsável por enviar os arquivos solicitados pelo Director Daemon pela rede. Ele também é responsavel em administrar a gravação dos arquivos de restauração comandados pelo Director Daemon. Existem versões do File Daemon para diferentes sistemas operacionais: Linux, *BSD, Unix, Windows (9x,NT,2000,XP,2003)e Macintosh(OSX).

Storage Daemon

Este serviço consiste em administrar a gravação e restauração dos dados e atributos dos backups fisicamente em midias apropriadas, essas podem ser volume de dados gravados diretamente no disco rigido ou alguma mídia removivel (Fita DAT, DVD, CD, etc…)

Catalog

O serviço de catalogo é o programa responsável por manter uma indexação de todos os arquivos que são armazenados no backup e gerar uma base de dados dos volumes gerenciados pelo Director Daemon. O Catalog agiliza a busca de um arquivo no backup na hora que o administrador de sistema necessita efetuar uma restauração, como ele mantém uma base de indexação dos arquivos gravados, a busca por um arquivo no meio dos volumes é mais rápida.

Referências:  http://www.luizgustavo.pro.br/blog/2009/09/30/bacula-breve-introducao/

http://www.bacula.com.br/?p=60

Exemplo de uma casa automatizada

(www.universia.com.br/html/materia/materia_egij.html)
O despertador toca às 7h. O sistema integrado liga a cafeteira. Faço um pouco de hora para levantar, mas às 7h05 começa a tocar uma música agitada no alto-falante do quarto. Levanto e olho pela varanda: a grama e as flores ainda estão molhadas, programei o sistema para irrigar o jardim às 6h. A piscina está limpa e com a água transparente, e sei que a filtragem e o controle de PH também funcionam bem. Tomo meu café e saio. Já no caminho penso se liguei a segurança da casa. Pelo celular, ligo pra casa, digito minha senha, consulto informações e ligo o alarme. Durante o dia espio pela internet como está a casa, vejo meu cachorro no quintal, bem alimentado pelo sistema automático.

Cansado, voltando do trabalho, tudo que quero é relaxar. No meio do engarrafamento teclo o número de casa e programo a banheira de hidromassagem para a temperatura de 42o C. Quando meu carro se aproxima de casa, o chip localizado no veículo o identifica. Coloco o polegar no identificador de digitais, ao lado do portão, e ele abre. Os sensores de alarme são desligados. As luzes até a entrada da casa acendem. Entro, o portão fecha. Entro em casa e começa a tocar o CD que gosto de ouvir quando chego. Coloco uma lasanha congelada no forno mas não ligo o aparelho. Vou até a banheira: está cheia, a água perfeita. Mais tarde, ainda da banheira, pego o controle remoto que comanda a casa e ligo o micro-ondas.

Curto mais alguns minutos de relaxamento. Saio do banho, me visto e a lasanha está pronta. Janto e vou deitar assistindo a um filme novo, baixado da internet pela casa, que sabe muito bem o tipo de história que gosto.

João Mauricio Rosário, professor da Faculdade de Engenharia Mecânica da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) e coordenador do Laboratório de Automação Integrada e Robótica do Departamento de Projeto Mecânico da instituição – www.universia.com.br/html/materia/materia_egij.html

Automação residencial é nova tendência do mercado de arquitetura

“Até 2020 todas as residências terão funções de automação instaladas em suas dependências”. A declaração feita pelo gerente nacional da marca italiana BTicino, Lennart Van Walsum, aponta para uma das maiores tendências do mercado de arquitetura para os próximos anos. Em constante crescimento, a automação residencial vem deixando, aos poucos, de ser vista somente como um artigo de luxo para entrar no hall dos fatores que levam o consumidor a optar por fechar um negócio imobiliário.

De olho nessa tendência, a JPLemos Automação Residencial reuniu importantes arquitetos e engenheiros do mercado, no Recife, para apresentar as últimas novidades do setor. O evento contou com palestras de importantes nomes do setor, como o gerente nacional da italiana Bticino, Lennart Van Walsum, e o representante da Aertécnica do Brasil, Loni Souza, além do diretor técnico da JP Lemos e integrador da Associação Brasileira de Automação Residencial (Aureside), Jorge Lemos.

 Durante algumas horas, os profissionais puderam entrar em contato com as últimas novidades do ramo, como telas touch screen, interruptores personalizados e sistema de aspiração central. Para Jorge Lemos, é preciso desmistificar a ideia de que automação é exclusividade para as classes mais elitizadas. “A automação não é somente colocar a casa com todas as soluções possíveis. Cortinas automáticas e dimerização são uma porta de entrada importante para o consumidor. Já trazem conforto e beleza ao ambiente e não custam tanto”, explica.

 Para Lennart Van Walsum, da Bticino, “essas tecnologias trazem personalização, flexibilidade. Temos que parar de vender apenas a casa do futuro, esses cliente sempre vão existir. Não podemos focar somente neles, o potencial está em vender as soluções gradativamente. O importante é ter a base do sistema instalado, o resto é simples”.

 A tendência para os próximos anos é de que esse mercado cresça impulsionado pelo aumento da renda média familiar no Brasil e o grande número de jovens entre 25 e 35 anos que estão comprando a casa própria e já estão antenados com o que acontece no meio tecnológico. “O aumento da demanda será uma conseqüência desse novo perfil do consumidor”, explica Lemos.

fonte: www.arquitetura.com.br

Governança de TI

O que é governança de TI?
 
Notícia enviada por Carlos Augusto da Costa Carvalho
(carlosaccarvalho@ibest.com.br)
11/12/2007 às 16:59

Fonte: http://www.itweb.com.br/voce_informa/interna.asp?cod=180

 
 

Esta é uma questão que muitos CIOs estão fazendo. Isto ocorre devido à diversidade de ferramentas e conceitos que são “despejados” no mercado, gerando dúvidas e definições incorretas sobre o tema.

Os grandes equívocos que ocorrem freqüentemente são de definição, onde se conceitua a Governança de TI (GTI) como um painel de indicadores, ou como um processo de gestão de portfólio dos projetos estratégicos.

Existem algumas frentes defensoras do conceito de que com a implementação de alguns processos baseados em apenas uma das melhores práticas (como Balanced Scoredcards (BSC), CobiT, ou ITIL) por si só, garantem a Governança, entretanto este conceito está incorreto.

A premissa mais importante da Governança de TI é o alinhamento entre as diretrizes e objetivos estratégicas da organização com as ações de TI. A definição do ilustre professor da FGV Sr. João R. Peres demonstra este conceito de forma abrangente, atribuindo os papéis e as responsabilidades conforme abaixo:

“Governança de TI é um conjunto de práticas, padrões e relacionamentos estruturados, assumidos por executivos, gestores, técnicos e usuários de TI de uma organização, com a finalidade de garantir controles efetivos, ampliar os processos de segurança, minimizar os riscos, ampliar o desempenho, otimizar a aplicação de recursos, reduzir os custos, suportar as melhores decisões e conseqüentemente alinhar TI aos negócios.”

Está definição deixa clara a importância da Governança de TI em organizações que almejam atender a crescente demanda por aumento de qualidade de produtos e processos, a alta competitividade do mercado globalizado e a busca por menores custos e maiores lucros.

Outra definição que se encaixa em Governança de TI é de considerá-la como “a Gestão da Gestão”, demonstrando seu papel principal que é de auxiliar o CIO (Governante de TI) a avaliar os rumos a serem tomados para o alcance dos objetivos da organização, onde um direcionamento errado pode levar a empresa ao fracasso em pouco tempo.

Casos de sucesso de um programa de Governança aplicados a uma organização não dão a garantia do mesmo sucesso à outra. Estes casos são muito instrutivos e importantes para auxiliar nos caminhos da elaboração de um programa próprio.

A implementação efetiva da Governança de TI só é possível com o desenvolvimento de um framework (modelo) organizacional específico. Para tanto, devem ser utilizadas, em conjunto, as melhores práticas existentes como o BSC, PMBok, CobiT, ITIL, CMMI e ISO 17.799, de onde devem ser extraídos os pontos que atinjam os objetivos do programa de Governança. Além disso, é imprescindível levar em conta os aspectos culturais e estruturais da empresa, devido à mudança dos paradigmas existentes.

O grande desafio do Governante de TI é o de transformar os processos em “engrenagens” que funcionem de forma sincronizada a ponto de demonstrar que a TI não é apenas uma área de suporte ao negócio e sim parte fundamental da estratégia das organizações.

Carlos Augusto da Costa Carvalho é formado em Processamento de Dados, com pós-graduação em Gestão de TI (FIAP) e MBA em Governança de TI (USP-IPT). Atua a mais de 14 anos na área de TI em diversos segmentos. Possui certificação em CobiT Foundation e ITIL Foundation, além de ter participado da Compliance Week Conference 2007 em Washington D.C.

Atualmente é Compliance de uma das maiores instituições financeiras da América Latina, onde participou do projeto de estruturação e implementação de controles internos para atendimento a lei Sarbanes-Oxley, US-GAAP e BR-GAAP, bem como nos projetos de estruturação da área de Compliance.

Atua também como professor universitário do curso de Sistemas de Informação da FAAC.

Visita Unijet

Hoje, 11-10-2010, recebemos a visita de Diones Gasparini, sócio da Unijet, empresa responsável pelo fornecimento das impressoras alugadas pela Sistemar Tecnologias.

Aproveitamos a oportunidade para fortalecer ainda mais nossa parceria, discutir estratégias de mercado e avaliar o atual cenário da tercerização em Maringá.

Conforme já se havia constatado anteriormente a parceria da Unijet com a Sistemar tem muito a crescer, pois são duas empresas fortes no mercado e que têm um grande diferencial: a boa qualidade na prestação de serviços.